Empreendedor

4 PASSOS PARA O SUCESSO COMO UM PEQUENO EMPREENDEDOR

Se você iniciou um novo negócio e está com algumas dúvidas para alcançar o sucesso, este pode ser o artigo ideal para você. Existem alguns passos que são essenciais para se alcançar o sucesso, principalmente para o pequeno empreendedor.

Pensando nisso, separei 4 dicas que ao serem aplicadas mudaram a sua forma de ver um negócio, além de serem acompanhadas de um gradativo crescimento como fruto de seu esforço.

Então, ficou curioso para descobrir mais sobre como você pode mudar a sua vida empreendedora, encontrando de vez o sucesso? Basta acompanhar o artigo a seguir e desfrutar das melhores dicas do mercado especialmente para você. Vamos lá?

NÃO SE LIMITE

Por mais que a sua mente tenha medo em algumas situações de arriscar por ser um pequeno empreendedor, não utilize isto como um obstáculo em sua rotina.

Ficar preso a este fator pode acabar sendo mais um obstáculo que te impede de crescer. Sonhe alto, faça grandes apostas, mas sempre acompanhado de um corpo de pessoas confiáveis para tomar decisões importantes ao seu lado.

Mantenha sempre o sonho vivo e a cada novo objetivo alcançado refaça-os. Este é o primeiro ideal para que um pequeno empreendedor possa ter o sucesso como seu aliado.

OBJETIVIDADE E PLANEJAMENTO

Um pequeno empreendedor deve ter bastante claro os seus objetivos a pequeno,  

médio e longo prazo. Assim, ficará muito mais fácil realizar o controle sobre cada uma de suas metas.

Este objetivo deve ser estendido para as funções de uma empresa em seu dia a dia. Quais são as propostas a serem cumpridas hoje? O que fazer para amanhã?

O planejamento deve estar sempre aliado com os seus objetivos, em todos os planos de sua empresa. Sempre que uma meta for atingida, ele deve ser mudado para se adequar à nova realidade.

INVISTA EM BONS PROFISSIONAIS

O que leva um pequeno empreendedor ao sucesso é de fato o quanto a sua equipe é bem preparada para oferecer ao cliente aquilo que ele deseja. Por isso é tão importante ter ao seu lado os mais qualificados profissionais do mercado.

Isso fará com que você tenha ao fim das contas menos uma dor de cabeça, afinal, contar com eles garante que você não precise se preocupar com pequenos atos do dia a dia de uma empresa.

Ter ao menos um líder capacitado em cada uma das áreas de sua empresa te garante que serão elaboradas grandes estratégias com o único objetivo agradar o seu público alvo.

NUNCA SE FRUSTRE

Nem sempre você como um pequeno empreendedor terá grandes sucessos. Muitas vezes irá encontrar obstáculos que irá te desestimular, concorrentes fortes e até mesmo traições.

Porém, todas estas ações devem ser levadas como um estímulo maior para o crescimento de sua empresa. Não deixe que pequenas ou grandes decepções te façam duvidar do potencial de sua empresa.

Quando algo desse tipo acontecer, volte ao seu planejamento e aos objetivos, refazendo-os e se necessário modificando o que está impedindo o sucesso chegar a sua porta.

CONCLUSÃO

São os detalhes que fazem total diferença em uma estrada para o sucesso. Certamente o pequeno empreendedor passará por diversas provas em seu caminho, mas, você jamais deve se frustrar.

Utilizar todas as dicas citadas acima leva um empreendimento a sempre pensar no mais alto desempenho, levando assim ao constante crescimento. Este é o maior segredo para um negócio ser um sucesso.

Logo, se você se identificou com este artigo, chegou o momento de aplicar nossas dicas e colher os melhores resultados em sua marca. Então, o que você está esperando? O que te impede?

Guia de pagamento de impostos para empreendedores

Guia completo de impostos para empreendedores

Quando se abre uma empresa, um dos maiores cuidados que se deve tomar é conhecer muito bem todos os impostos que necessitam ser pagos. Sendo macro ou microempreendedor, as taxas são um dos fatores mais importantes na administração de uma empresa.

Devido a esse fato, é importante que todos esses impostos sejam conhecidos e estejam claros na mente do empreendedor.

O sistema de obrigações fiscais (pagamento de impostos, taxas e contribuições) brasileiro é conduzido por:

  • Constituição Federal;
  • Código Fiscal Brasileiro;
  • Leis complementares;
  • Leis ordinárias;
  • Resoluções do senado e;
  • Leis estaduais e municipais.

Sistemas tributários: qual escolher?

Simples Nacional

O sistema tributário simples nacional reúne em uma única guia a DAS – Declaração Anual do Simples Nacional -, os tributos federais, estaduais e municipais. Aplica-se a microempresas e empresas de pequeno porte, cujo faturamento anual é no máximo de R$ 3.600.000,00.

No sistema simples, existe a probabilidade de uma tributação menor em relação aos outros modelos de arrecadação, além de que, pelo fato de os impostos serem reunidos em uma única guia, a organização da empresa se torna mais fácil.

O regime de tributação simplificada é facultativo, com exceção do MEI, destinado ao microempreendedor individual.

• Microempreendedor individual (MEI)

O MEI ajuda as pessoas que trabalham por conta própria a legalizarem suas atividades. O MEI também pode ter um empregado que recebe um salário mínimo ou o piso de sua categoria.

A Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008 foi criada para dar condições especiais ao trabalhador informal, podendo este legalizar sua empresa e se tornar um MEI.

Dentre as vantagens que são oferecidas por essa lei está o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas). Este registro facilita a abertura da conta bancária, pedidos de empréstimos e a emissão de notas fiscais.

Com o pagamento de impostos, o MEI tem acesso a direitos como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.

O MEI se enquadra no Simples Nacional e fica isento dos tributos federais.

Diferença entre microempresa e pequena empresa:

  • Micro Empresa: Faturamento de R$ 60 mil a R$ 360 mil por ano.
  • Pequena Empresa: Faturamento de R$ 360 mil e até R$ 3,6 milhões por ano.

Impostos federais, estaduais e municipais

Impostos Federais

  • IRPJ – Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas: É recolhido pela Receita Federal e incide sobre a arrecadação das empresas. O IRPJ é calculado baseado no regime tributário da escolha do empreendedor. A apuração e o prazo de recolhimento dos impostos podem ser trimestrais ou mensais.
  • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados: Imposto federal sobre produtos industrializados sejam eles nacionais ou estrangeiros.
  • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro: Neste imposto, o pagamento é definido pela opção de tributação. Ele também é administrado e fiscalizado pela Receita Federal e tem o mesmo prazo de recolhimento.
  • Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social: Reflete sobre o faturamento mensal das empresas, sendo apurado mensalmente; o periodo de recolhimento é até o último dia útil da quinzena do mês seguinte.
  • PIS/Pasep – Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público: Apurada mensalmente sobre o valor do que é faturado mensalmente por empresas privadas, públicas e de economia mista ou da folha de pagamento das entidades sem fins lucrativos.

Imposto Estadual

  • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicações: Pelo fato de o imposto ser estadual, as alíquotas* variam de acordo com o local. São Paulo é o estado cujo ICMS sobre circulação de mercadorias é o mais caro do Brasil, enquanto as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentam os menores índices.

* percentual com que um tributo incide sobre o valor de algo tributado.

Imposto Municipal

  • ISS – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza: Todo prestador de serviço, empresa ou autônomo é obrigado a recolher este imposto. O valor da alíquota varia conforme a legislação de cada município, e não pode passar de 5% por instituição do Governo Federal. A base do cálculo é o valor do serviço prestado.
  • INSS – Previdência Social: Todas as empresas com folha de pagamento devem recolher o INSS. A alíquota oscila de 25,8 a 28,8% e é calculada com base na folha salarial.

Fique atento às datas

  • Empresas em início de atividade: Com menos de 180 dias de atividade e após a obtenção do CNPJ e das inscrições Estadual e Municipal, a empresa tem até 30 dias para optar pelo Simples Nacional, contados desde a última inscrição deferida. *Só é válido se não tiver passado 180 dias corridos de registrado o CNPJ.
  • Empresas já atuantes: A opção pelo Simples Nacional ocorre no período do mês de janeiro.

Na hora de escolher o que é mais vantajoso para sua empresa, é necessário estudo prévio e conhecimento do momento econômico em que se encontra a empresa, sempre acompanhando os gastos e analisando as opções. Assim, você tem o perfeito controle de tudo o que acontece dentro das finanças da sua empresa e tem mais chance de acertar.

 Espero que tenha gostado de mais este artigo, continue acompanhando ao nosso blog ou visite o nosso site https://www.simplificado.com.br e fique sempre bem informado das novidades, até a próxima e bom trabalho.

site

Receita Federal inicia programa de parcelamento de dividas do MEI a partir desta segunda 03/07.

A partir desta segunda o MEI que possuir dividas com a receita federal poderá parcelar os boletos em até 120 vezes, este prazo vai até o dia 02 de outubro.

Segundo a Receita Federal, o saldo devedor atual dos MEIs é de R$ 1,7 bilhão. O número de microempreendedores individuais cadastrados no Simples Nacional já superou a marca de 7 milhões, mas o percentual de inadimplência tem se mantido há anos no patamar ao redor de 60%.

O pedido de parcelamento, poderá ser feito na página do simples nacional ou no site da receita.

Como parcelar

A solicitação do parcelamento deve ser feita pela internet. Para solicitar a adesão ao programa, o inadimplente deve apresentar a Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual (DASN-Simei) relativa aos respectivos períodos de apuração.

O aplicativo irá calcula a quantidade de parcelas de forma automática, considerando o maior número de parcelas possível. O valor de cada parcela mensal será acrescido de juros da taxa Selic mais 1%, relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado.

De acordo com a Receita, o pedido de parcelamento:

  • O pedido de parcelamento especial deverá ser apresentado até as 20h (vinte horas), horário de Brasília, do dia 29 de setembro de 2017, exclusivamente por meio do sítio da RFB na Internet, nos Portais e-CAC ou Simples Nacional.
  • não exige garantias;
  • será considerado automaticamente deferido depois de decorridos 90 dias da data de sua protocolização, caso não haja manifestação da autoridade concedente
  • o valor de cada parcela em atraso será acrescido de juros da taxa Selic mais 1%, relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado
  • A prestação minima deverá ser de 50,00 R$
  • O não pagamento de três parcelas, consecutivas ou não, ou a existência de saldo devedor após a data de vencimento da última parcela, cancela o benefício
  • A primeira parcela deverá ser paga, em regra, até dois dias após o pedido ou até o último dia útil do mês, o que for menor.

Caso haja boletos posteriores a maio de 2016 que estejam em atraso,  o parcelamento em até 120 prestações deve ser requerido antes do ordinário, para garantir que os débitos até maio de 2016 sejam parcelados com o prazo especial de 120 meses.

Caso a dívida esteja com a exigibilidade suspensa em decorrência de discussão administrativa ou judicial, informou a Receita, o microempreendedor individual deverá, até 2 de outubro de 2017, comparecer à unidade da Receita de seu domicílio tributário para comprovar a desistência expressa e irrevogável da impugnação ou do recurso interposto, ou da ação judicial.

Se você está tendo dificuldades de controlar o fluxo de caixa da sua empresa, entre em contato conosco e teremos o imenso prazer em lhe auxiliar. Faço como dezenas de empresas que utilizam o Simplificado e solicite uma demonstração você também.

Fonte: Simples Nacional, G1